segunda-feira , 2 março 2026
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Queijos brasileiros brilham em premiações mundiais e elevam o setor em 2025

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O setor queijeiro brasileiro repetiu o sucesso de 2024 e marcou 2025 com conquistas notáveis em concursos nacionais e internacionais. No Mondial du Fromage, conhecido como a “Copa do Mundo do Queijo” e realizado na França, 58 produtos do Brasil ganharam medalhas entre 2 mil inscritos, incluindo dez ouros. Já no World Cheese Awards, na Suíça, o país obteve 50 premiações, com cinco ouros, 19 pratas e 26 bronzes. Dentre os destaques, o Morro Azul, produzido pela Queijos Pomerode em Santa Catarina, foi o único brasileiro na lista dos 100 melhores queijos do mundo pelo Taste Atlas, com sabor suave, cremoso e notas amanteigadas. Ele ainda recebeu prata e bronze no World Cheese Awards. Outro premiado, o Queijo Azul da Tirolez, conquistou ouro no mesmo evento, sendo ideal para massas, saladas e harmonização com vinhos encorpados como Cabernet Sauvignon.

Queijos de diversas regiões do Brasil se sobressaíram, como o de casca negra da família Possamai, em Pouso Redondo (SC), que maturou por quatro a seis meses e ganhou ouro no World Cheese Awards, harmonizando com vinhos, cervejas e frutas vermelhas. Inspirado no Gruyère suíço, o queijo da Queijo com Sotaque, de Paulo Lopes (SC), produzido pela mestre-queijeira Elisabeth Schober, também levou ouro, com casca rústica e notas de castanha e caramelo. Da Serra das Antas, em Bueno Brandão (MG), o queijo francês maturado por três semanas obteve ouro no Mundial, com textura semimole e sabor frutado, sugerido com vinho tinto ou cerveja de malte torrado. O Passionata, da Queijaria Flor da Terra em Toledo (PR), infundido com maracujá e maturado por 30 a 90 dias, repetiu o sucesso ao ganhar ouro no Mondial du Fromage, harmonizando com pães, frutas e vinhos como Sauvignon ou Riesling.

Outros notáveis incluem o Abaporu, também de Toledo (PR), com maturação de 40 dias e notas de baunilha e caramelo, premiado com ouro no Mondial e prata no World Cheese Awards. O queijo da Queijaria Bela Fazenda, em Bofete (SP), maturado por 20 dias, faturou ouro no Mondial e prata no Mundial, com massa mole para doces e geleias. Da Fazenda 2M em Alagoa (MG), o queijo defumado à lenha pela mestre-queijeira Dona Dirce, com sabor amendoado, integrou o Prêmio Queijo Brasil. Por fim, o queijo da Fazenda Buritis em Lagoa da Prata (MG), maturado por dois meses com leite Jersey A2A2, também foi selecionado no prêmio, harmonizando com vinhos tintos e cervejas artesanais. Essas conquistas reforçam a qualidade da produção nacional.

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