O vigilante Rodrigo Resende do Prado, de 46 anos, morreu no domingo, 12 de julho de 2026, após sofrer mal súbito na área externa do Hospital de Base de Brasília. O paciente havia chegado ao pronto-socorro, realizado o cadastro e aguardava classificação médica quando passou mal. Equipes iniciaram reanimação e o encaminharam à Sala Vermelha, mas ele não resistiu. O Governo do Distrito Federal e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal determinaram a abertura de investigação para apurar eventuais falhas no atendimento.
Investigação busca esclarecer dinâmica do caso
As autoridades querem apurar se houve intervalos de tempo excessivos ou condutas inadequadas da equipe. O caso ganhou repercussão após relatos de que o paciente aguardava atendimento quando sofreu a emergência. O processo de apuração inclui análise de todas as etapas do fluxo de atendimento no Hospital de Base de Brasília. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o laudo preliminar ou o tempo exato entre o registro e o início da reanimação.
Autoridades reforçam compromisso com apuração rigorosa
A governadora Celina Leão e o secretário de Saúde Juracy Cavalcante acompanharam os primeiros passos da investigação. Ambos destacaram a necessidade de esclarecer os fatos e evitar que situações semelhantes se repitam. A apuração é conduzida pelo IgesDF em parceria com órgãos de controle do Distrito Federal.
O que foi repassado para nós foi que ele chegou, fez a ficha, sentou e logo passou mal, mas vamos investigar. A determinação é de uma apuração rígida de qualquer tipo de falta de atendimento à população do Distrito Federal
Celina Leão
Não queremos que uma situação como essa volte a acontecer. Estamos levantando cada etapa do atendimento para chegar a uma conclusão técnica
Juracy Cavalcante