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Programa Viva Flor zera feminicídios e protege 1.810 mulheres no DF

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Jardim florido em Brasília representando o Programa Viva Flor, que zera feminicídios e protege mulheres no DF.
Jardim florido em Brasília representando o Programa Viva Flor, que zera feminicídios e protege mulheres no DF.

No Distrito Federal, o programa Viva Flor, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), consolidou-se como uma política pública essencial para proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Lançado como piloto em 2017 e implementado oficialmente em 2018, o iniciativa atende atualmente cerca de 1.810 mulheres, com um total de mais de 3.034 beneficiadas desde sua criação. Notavelmente, não houve registros de feminicídio entre as participantes, destacando sua eficácia em oferecer proteção imediata e humanizada, especialmente para aquelas em maior vulnerabilidade.

História e evolução do Viva Flor

O programa começou com um aplicativo móvel inicial e evoluiu para incluir um dispositivo próprio de acionamento emergencial desde 2021. Seu crescimento acelerou a partir de 2023, com ativação direta nas unidades policiais em 2025. Essa expansão visa reduzir o tempo de resposta e ampliar a rede de atendimento, integrando ferramentas como o Processo Judicial Eletrônico (PJe) e as Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams).

A governadora Celina Leão, o secretário interino Alexandre Patury, a secretária-executiva interina Regilene Siqueira e a major Patrícia Jacques da Silva são figuras chave na liderança e execução do Viva Flor. Essas autoridades coordenam esforços para garantir que o programa atenda mulheres em todo o Distrito Federal, promovendo uma abordagem integrada e eficiente.

Impacto e parcerias estratégicas

O Viva Flor opera por meio de integrações com o Copom Mulher e renovação de Termos de Cooperação Técnica entre a SSP-DF, a Secretaria da Mulher, o TJDFT, o Ministério Público, a Defensoria Pública e forças de segurança. Essa colaboração fortalece a proteção, permitindo ações rápidas e coordenadas contra a violência doméstica. Como resultado, o programa registra zero casos de feminicídio entre as atendidas, demonstrando seu papel crucial na prevenção de crimes graves.

Com foco em oferecer suporte imediato, o Viva Flor continua a expandir sua alcance, beneficiando milhares de mulheres e servindo como modelo para políticas públicas semelhantes. Essa iniciativa reflete o compromisso do Distrito Federal em combater a violência de gênero de forma proativa e integrada.

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