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Congresso Maria da Penha vai à escola: premiação destaca luta contra violência de gênero no DF

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A 6ª edição do Congresso Maria da Penha Vai à Escola ocorreu nesta quarta-feira (19/11) no auditório do Conselho de Justiça Federal (CJF), promovido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica (CMVD). O evento premiou alunos, professores e práticas inovadoras das regiões administrativas de Santa Maria, Riacho Fundo, Taguatinga e Guará na Mostra Cultura de Paz – Pelo fim da violência contra meninas e mulheres. Representantes de instituições do Comitê Gestor do programa compuseram a mesa de honra, com o 2º Vice-Presidente do TJDFT, desembargador Angelo Passareli, abrindo os trabalhos ao enfatizar a necessidade de mudança cultural em uma sociedade patriarcal. Ele destacou o papel do programa em promover igualdade de gênero por meio da educação, levando as lições da Lei Maria da Penha diretamente às escolas. O 1º Vice-Presidente, desembargador Roberval Belinati, representando o presidente Waldir Leôncio Júnior, reforçou que a educação é essencial para romper ciclos de violência contra mulheres e meninas.

O procurador-geral de Justiça do DF, George Seigneur, apontou a importância da prevenção, já que as condenações por feminicídio não reduzem os casos, e elogiou iniciativas como essa para conscientizar jovens sobre a intolerância à violência doméstica. A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin/DF), Vera Lúcia Bastos, emocionada, parabenizou os participantes e destacou o programa, iniciado em 2016, como ferramenta de transformação social que une Justiça e educação pública. O Comitê Gestor fez menção de louvor à prática “O estudo das masculinidades”, da professora Rita de Fátima Silvano, do CEF 2 do Guará, por contribuir para relações mais igualitárias, conforme a juíza Gislaine Campos Carneiro, coordenadora da CMVD. Na nova categoria Prática Continuada, o projeto “Flores da Escola”, do CED 310 de Santa Maria, liderado por Margareth de Brit, Laísa Fernandes e Lukas Thiago Cardoso, venceu e recebeu R$ 10 mil para expansão.

Diversos representantes marcaram presença, incluindo a juíza auxiliar da Corregedoria, Monize Marques; a juíza auxiliar da 2ª Vice-Presidência do TJDFT, Marília Guedes; a juíza coordenadora da CMVD, Fabriziane Zapata; a promotora de Justiça Adalgiza Maria Aguiar; a chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Lígia Freitas; o secretário executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury; a secretária da Mulher, Giselle Ferreira; a delegada Adriana Romana; a defensora pública Cellina Grassmann; a professora Cláudia Renault, da Universidade de Brasília; a assistente de coordenação do curso de Direito do Ceub, Luciana Musse; o reitor substituto do Instituto Federal de Brasília (IFB), Rodrigo Alfani; e o assessor de projetos especiais da SSPDF, Mauro Oliveira. As fotos dos trabalhos premiados estarão disponíveis no Flickr do Tribunal a partir de segunda-feira (24/11), inspirando ações futuras pela igualdade.

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