O Colégio de Procuradores e Promotores de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) formou, nesta quarta-feira (25), a lista sêxtupla para o preenchimento de uma vaga de desembargador no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A seleção ocorreu por votação e resultou na indicação de seis nomes, com destaque para a vice-procuradora-geral Selma Sauerbronn, que obteve 201 votos. Essa vaga surgiu devido ao falecimento do desembargador Maurício Silva Miranda, em 4 de janeiro de 2026, em Goiânia (GO).
Os candidatos mais votados
A lista sêxtupla foi composta pelos profissionais que receberam o maior número de votos no Colégio de Procuradores e Promotores de Justiça. Selma Sauerbronn liderou com 201 votos, seguida pela procuradora Maria Rosynete de Oliveira Lima, com 191 votos, e pelo procurador Francisco Leite de Oliveira, com 172 votos. Os demais integrantes são o procurador-geral Georges Seigneur (149 votos), o procurador Trajano Sousa de Melo (143 votos) e o promotor Fabiano Mendes Rocha Pelloso (119 votos).
O processo de seleção
A votação ocorreu no âmbito do MPDFT, no Distrito Federal, e seguiu critérios estabelecidos para a formação da lista sêxtupla. Agora, o TJDFT será responsável por selecionar três nomes dessa relação, formando uma lista tríplice. Essa lista final será enviada ao presidente da República, que fará a nomeação definitiva para a vaga de desembargador.
Contexto da vaga
A necessidade de preenchimento da posição no TJDFT decorre do falecimento do desembargador Maurício Silva Miranda, ocorrido em 4 de janeiro de 2026. O evento aconteceu em Goiânia, no estado de Goiás, e abriu espaço para esse processo seletivo no judiciário do Distrito Federal. Essa etapa reflete o mecanismo constitucional para reposição de cargos em tribunais superiores, garantindo a continuidade das atividades judiciais.
Próximos passos e implicações
Com a lista sêxtupla definida, o foco se volta para a análise do TJDFT, que deve deliberar sobre a lista tríplice em breve. Essa movimentação no MPDFT e no TJDFT reforça a importância de processos transparentes na seleção de magistrados, contribuindo para a credibilidade do sistema judiciário brasileiro. A nomeação final pelo presidente da República marcará o encerramento dessa fase, integrando um novo desembargador ao tribunal.