Em uma ação digna de filme de ação mal roteirizado, o Batalhão de Choque da Polícia Militar encerrou a carreira de Matheus Espíndola de Araújo com tiros certeiros na noite de segunda-feira, 8 de junho de 2026, em Sidrolândia.
A casa que virou armadilha
Os policiais chegaram à residência na Rua Antônio Corrêa Hortêncio, no Residencial Cascatinha II, após Wesley Menezes Custódio delatar o esconderijo do comparsa. Matheus tentou escapar pelo interior da casa, mas cometeu o erro clássico de apontar uma pistola contra os militares.
Os tiros ecoaram, o socorro chegou tarde demais e o suspeito de 22 anos não resistiu. A ironia? Ele fugia de mandados por pilotar moto em atentado do PCC em Dourados e por suposta participação na execução de Thalis Eduardo Assis de Souza em Maracaju, no dia anterior.
Os comparsas que sobraram
Valquíria Farias de Moura, de 26 anos, e Wesley, de 18, já estão presos. O tal adolescente de 16 anos, tido como “missionário” do PCC e comparsa de Matheus, já havia morrido antes e deixou o grupo mais vulnerável.
Investigações apontam que os crimes também envolveram ações em cidades vizinhas como Maracaju e Dourados, fechando um círculo de violência que a polícia decidiu cortar de vez.
O desfecho inevitável
Matheus, apontado como autor de execuções ligadas à facção, encontrou o fim que muitos previram: cercado, armado e sem saída. A operação do Choque mostrou que, no jogo de gato e rato com a polícia, o rato raramente vence.