Fórum nacional de governadores aprova vetos à regulamentação da reforma tributária
O Fórum Nacional de Governadores, coordenado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, avaliou positivamente os vetos presidenciais ao Projeto de Lei Complementar nº 108/2024. Essa legislação regulamenta a Reforma Tributária e incorporou demandas dos estados após atuação junto ao governo federal. O anúncio ocorreu na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, com três dos quatro pontos propostos sendo acolhidos e publicados no Diário Oficial da União.
Atuação do fórum e acolhimento de demandas
O Fórum atuou diretamente com o governo federal para defender ajustes no projeto. Dos quatro pontos apresentados, três receberam vetos presidenciais, demonstrando uma colaboração efetiva entre os entes federativos. Essa interação envolveu governadores dos estados e do Distrito Federal, além de representantes de estados e municípios, visando alinhar a regulamentação da Reforma Tributária às necessidades regionais.
Razões para as demandas dos estados
As demandas visam proteger o sigilo fiscal e preservar a estrutura da administração tributária. Elas também buscam evitar insegurança jurídica e questionamentos constitucionais que poderiam surgir da lei original. Além disso, os ajustes pretendem mitigar impactos fiscais negativos e garantir a autonomia de estados e municípios na gestão tributária.
Impactos e perspectivas futuras
Com os vetos, o Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 ganha maior equilíbrio, segundo avaliação do Fórum Nacional de Governadores. Essa medida reflete uma preocupação coletiva em fortalecer a Reforma Tributária sem comprometer a estabilidade federativa. Os governadores esperam que esses ajustes promovam uma implementação mais segura e eficaz da nova estrutura tributária no Brasil.
Contexto da reforma tributária em 2026
Em 2026, a Reforma Tributária continua sendo um tema central nas discussões federativas. O acolhimento de demandas pelo governo federal destaca a importância do diálogo entre esferas de poder. Estados e municípios agora acompanham de perto as próximas etapas para assegurar que a regulamentação atenda às realidades locais sem gerar desequilíbrios fiscais.