As inscrições para o projeto Turma do Flow – Vol. 1 foram abertas nesta sábado, 18/04/2026, visando selecionar jovens MCs em contexto de vulnerabilidade social para oficinas gratuitas, mentorias e gravação de um álbum coletivo. Idealizado e coordenado por AfroRagga, o iniciativa conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e do Governo do Distrito Federal (GDF). O objetivo é fomentar o protagonismo desses artistas, democratizando o acesso a capacitações em técnicas de rap e fortalecendo a economia criativa na região.
Como se inscrever e participar
As inscrições estão disponíveis online via formulário até 27/04/2026. Os candidatos devem ser jovens MCs em vulnerabilidade social e preparar uma apresentação de 10 minutos para a seletiva presencial, marcada para 09/05/2026, das 14h às 20h, no Jovem de Expressão, localizado na QNM 18/20, Praça do Cidadão, em Ceilândia, Distrito Federal. A avaliação será feita por jurados com base em critérios como ritmo, encaixe, presença, lirismo e originalidade, e exige a doação de 1 kg de alimento não perecível.
O que o projeto oferece
Serão selecionados 15 participantes para seis oficinas gratuitas, totalizando 24 horas de capacitação. O programa inclui gravação de faixas musicais, mentorias personalizadas e emissão de certificado ao final. Essa estrutura busca capacitar os artistas em todos os processos de composição, desde a escrita até a expressão vocal.
A ideia é capacitar ainda mais esses artistas, trazendo técnicas de rap, desde a escrita, expressão vocal para que eles entendam cada processo de uma composição. — AfroRagga
Impacto e relevância social
O projeto atua diretamente na inclusão e profissionalização de talentos do hip-hop em territórios vulneráveis, promovendo dignidade e protagonismo. Segundo Fernando Modesto, secretário interino da Secec-DF, iniciativas como essa fortalecem a economia criativa ao oferecer condições reais para o desenvolvimento de trajetórias artísticas.
Projetos como o Turma do Flow são estratégicos porque atuam diretamente na formação, na inclusão e na profissionalização de novos talentos do hip-hop, especialmente em territórios mais vulneráveis, fortalecendo a economia criativa e garantindo que esses artistas tenham condições reais de desenvolver sua trajetória com dignidade e protagonismo. — Fernando Modesto