No Distrito Federal, a inauguração do viaduto entre Recanto das Emas e Riacho Fundo II, ocorrida em 2023, continua a impactar positivamente a mobilidade urbana em 2026. Executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) com um investimento de R$ 30,9 milhões, a obra atende a um anseio antigo da comunidade, reduzindo congestionamentos e tempos de deslocamento. Moradores das regiões administrativas e o Governo do Distrito Federal (GDF) celebram as melhorias no fluxo de tráfego, especialmente no sentido Gama-Samambaia.
Detalhes da obra e execução
A construção do viaduto criou um novo acesso entre Recanto das Emas e Riacho Fundo II, melhorando significativamente o tráfego na área. O projeto incluiu não apenas a estrutura principal, mas também obras de drenagem para evitar alagamentos, além de ciclovias, calçadas e acessibilidade para pedestres. O DER-DF liderou a iniciativa, garantindo que a infraestrutura atendesse às necessidades de mobilidade da população local.
Benefícios para a comunidade
A obra reduziu o tempo médio de deslocamento de 15 a 20 minutos para valores bem menores, beneficiando tanto motoristas quanto usuários de transporte público. Congestionamentos diários, que antes causavam atrasos e estresse, diminuíram de forma expressiva. Essa melhoria permite que os moradores desfrutem de mais tempo com a família e em atividades pessoais, transformando o dia a dia na região.
Declarações de moradores e autoridades
O administrador regional Carlos Dalvan destacou o impacto positivo da obra. Ele enfatizou que o pedido da comunidade existia havia décadas, especialmente para residentes de Recanto das Emas.
O pedido da comunidade existia havia décadas, especialmente para quem vive no Recanto das Emas. Antes, as pessoas precisavam sair mais cedo de casa e chegavam atrasadas ao trabalho. Hoje, o fluxo melhorou bastante e os congestionamentos diminuíram de forma expressiva.
Moradores como Guilherme Abreu e Célio Sousa compartilharam experiências pessoais sobre as mudanças.
Está bem rapidinho para atravessar agora. Eu venho do Riacho [Fundo II] e era um pouquinho demorado. Agora está bem mais tranquilo.
Antes era um terror, engarrafamento todo dia. Agora não. Está bem melhor. [É mais tempo] para ficar com a família, passear um pouco.
Dalvan também mencionou os aspectos adicionais da obra, como a drenagem e a acessibilidade.
Além de toda a obra de infraestrutura do viaduto, teve a obra de drenagem para que a estrutura não sofresse com problemas de alagamento. Teve, ainda, toda a acessibilidade, ciclovias e calçadas, tudo pensando no bem-estar dos pedestres também.
Antes, levava em média 15 a 20 minutos para sair ou entrar no Recanto das Emas e esse tempo foi diminuído significativamente. As pessoas viram que fez a diferença no dia a dia, inclusive para quem usa o transporte público. Às vezes pegar um ônibus lotado e ter que ficar 15 minutos a mais em pé dentro é bem sofrido. Agora, a realidade é outra.